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Conheça as vencedoras de 2020 do Troféu Mulher IMPRENSA
Troféu Mulher IMPRENSA encerra votação no dia 2 de março. Última chance para prestigiar as finalistas!
Acompanhe o andamento do Troféu Mulher IMPRENSA e conheça os projetos jornalísticos e reportagens mais votados até o momento
Veja a colocação nas categorias de Assessoria, Comunicação Pública e Contribuição Acadêmica ao Jornalismo
Já votou nas categorias de Jornalismo Impresso, Correspondente e Fotojornalista? Veja as prévias do Troféu Mulher IMPRENSA
Veja como está a colocação nas categorias de Rádio, Repórter ou Comentarista Esportiva e Jornalista Revelação na Web do Troféu Mulher IMPRENSA
Novas categorias e prêmios especiais para fomentar a pauta estão no Troféu Mulher IMPRENSA
14º Troféu Mulher IMPRENSA divulga a prévia nas categorias de Telejornalismo, Jornalista Empreendedora e Repórter Investigativa
“Ser indicada e ganhar o Troféu Mulher IMPRENSA foi uma honra enorme. É o reconhecimento de uma escolha — o curso de Jornalismo - e dos caminhos que escolhi trilhar desde o primeiro dia de aula... Hoje, me sinto realizada e agradeço imensamente às mulheres jornalistas que estão na luta diária antes de mim e as que caminham agora comigo! Que possamos inspirar as futuras gerações da nossa querida e desafiadora profissão”

Juliana Boechat (Torre Comunicação e Estratégia)

“É tempo de unir esforços em favor de ações inclusivas por parte da própria categoria profissional, das empresas e dos públicos com os quais nos relacionamos para efetivamente construirmos a equidade de raça e de gênero no jornalismo brasileiro. Ao exaltar a trajetória de mulheres jornalistas, o Portal IMPRENSA se coloca como parceiro ativo nesta mudança necessária para a eliminação do racismo e do sexismo no jornalismo e para a promoção da igualdade de condições e oportunidades na profissão”

Isabel Clavelin (ONU Mulheres Brasil)

“Nós estamos representando várias guerreiras que têm acúmulo de funções e que ainda precisam lutar para estar mais em cargos de chefia, poder envelhecer no ar com sabedoria e passar todo conhecimento no exercício da profissão. É a nossa missão. Somos missionárias da notícia! A reportagem é uma paixão! E trabalhar sem paixão, não funciona”

Sonia Blota (Band)

“Quanto mais mulheres, gays e negros estiverem em posição de poder, maior será a diversidade de discursos. As redações precisam deixar de ser, predominantemente, masculinas, brancas e ricas, para se tornarem plurais. Só assim vamos ter uma multiplicidade de pautas e ajudar a sociedade a formar opinião a partir de diferentes fontes de informação. Mas isso só vai acontecer quando quem estiver no alto da hierarquia (da iniciativa pública ou privada) der oportunidade de trabalho, espaço de fala e poder de decisão aos grupos minoritários”
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Equipe do Metrópoles (DF)
“Estamos sempre lado a lado, defendendo o que sabemos fazer que é falar com propriedade do que entendemos, do que estudamos, do que dominamos. E o mais importante é que estamos juntas. Estou honrada e feliz com o prêmio e ainda mais com a união de tantas mulheres que fazem o jornalismo ser a fonte da democracia deste país. Somos oxigênio. Somos força. Somos mulheres orgulhosas, inspiradas, entusiasmadas e prontas para as batalhas de hoje e amanhã”
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Marcela Rafael (ESPN)

“Toda forma de reconhecimento é fundamental, mas neste caso específico, ainda somos tão poucas mulheres negras como colunistas, então essa valorização, além de fortalecer o meu trabalho, é importante porque cria a possibilidade de sonhos para outras mulheres”

Djamila Ribeiro (Folha de S.Paulo)

“O reconhecimento e a celebração de mulheres, por si só, é louvável, mas se torna imperioso em uma época de tanto ataque, assédio e ofensas às profissionais do jornalismo no Brasil. É importante ressaltar que não existe liberdade de expressão e liberdade de imprensa enquanto mulheres jornalistas não forem livres para exercer o seu trabalho. O desafio de fortalecer o jornalismo feito por mulheres é grande e com muitos caminhos, mas perpassa, sem dúvida, a união de mulheres comprometidas com a mudança”
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Equipe da Não Me Kahlo
“É hora de substituir a competição e a comparação entre as mulheres por inspiração, parcerias e jornalismo colaborativo. AzMina só existe e é capaz de desenvolver tantos projetos porque conta com uma rede incrível de apoiadoras, leitoras, jornalistas e tantos outros homens e mulheres que nos apoiaram nessa jornada. O jornalismo precisa sair das redações e se conectar com as necessidades e anseios de seus leitores”
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Carolina Oms (AzMina)
“O jornalismo feito por mulheres sairá fortalecido das investidas preconceituosas e restritivas que tem sofrido... Somos profissionais de imprensa e quem escolhe essa profissão não teme represália, ofensa, injúria ou difamação. O único caminho a ser seguido para o fortalecimento do jornalismo – seja ele feito por pessoas de qualquer gênero – é a persistência na busca da verdade. As redes são fontes imediatas de disseminação de ataques e ofensas, mas a conduta do profissional é perene. Em suma: resistência e força”
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Rosangela Sanches (Tribunal de Justiça/SP)
“Devemos investir na formação das novas gerações de mulheres, ajudando a capacitá-las para estar bem preparadas e seguras para vocalizar seus pensamentos e ideais”

Luisa Medeiros Massarani (Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz)

“Em 25 anos de carreira essa foi a minha primeira indicação a um Troféu cujo valor simbólico é imenso. Esse prêmio nos representa. Em tempos tão sombrios para o jornalismo e, sobretudo, para nós, jornalistas, ser reconhecida publicamente pela luta em defesa dos direitos da mulher e da sociedade fez valer a pena todo o caminho percorrido para chegar até aqui. E o bonito disso tudo é perceber que cada colega indicada nessas 14 edições construiu a sua história no esforço de dar voz e visibilidade a quem não tem”
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Daniela Arbex (Jornalista independente)
“Sempre acho muito importante dar visibilidade para o trabalho de nós, mulheres jornalistas, mas isso se torna mais imprescindível pelo momento em que vivemos. Estamos sob ataque não só ao jornalismo profissional, mas também especialmente contra nós mulheres, com ofensas machistas. Não tem problema em criticar o trabalho, mas o que vemos são xingamentos pessoais, para nos diminuir enquanto pessoas. Nos chamam de feia, vagabunda, vadia e tantos outros. Fazer jornalismo no Brasil sempre foi desafiador. Fazer jornalismo no Brasil de hoje, sendo mulher, é muito mais. Por isso é essencial nos reconhecermos e valorizarmos o nosso trabalho, que é indispensável para uma democracia sadia”
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Amanda Audi (The Intercept Brasil)
       
 

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