Filipinas deve levar morte de jornalistas a sério, diz Federação Internacional dos Jornalistas

Filipinas deve levar morte de jornalistas a sério, diz Federação Internacional dos Jornalistas

Atualizado em 04/01/2008 às 13:01, por Redação Portal IMPRENSA.

Depois de divulgar a lista com os jornalistas mortos em 2007, a Federação Internacional dos Jornalistas exigiu, nesta sexta-feira (4), que o governo das Filipinas "leve a sério" o assassinado dos profissionais de imprensa no país.

O comunicado da Federação reúne cerca de 600 mil jornalistas, de aproximadamente 120 países, e leva em conta a falta de resultados da investigação sobre as mortes do comentarista de rádio, Fernando Lintuan, e do ex-jornalista Romelito Oval.

Lintuan, da emissora dxGO, foi assassinado no dia 24 de dezembro, na cidade de Davao, quando dirigia seu carro. Com ele, viajavam mais dois jornalistas da mesma rádio, que não sofreram ferimentos. Oval havia sido morto dias antes, na cidade de Butuan.

"O Governo e a Polícia devem tratar esses ataques de forma séria e urgente. É inaceitável que os profissionais trabalhem num ambiente de perigo, hostilidade e medo. Não haverá liberdade de imprensa nas Filipinas se isso não mudar", diz o comunicado assinado por Jacqueline Park, diretora da seção Ásia-Pacífico da IFJ.

As informações são da Agência EFE.

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